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Atrasada para o trabalho

Esse foi o sonho de hoje, acordei super assustada e ainda bem que não se concretizou, acordei no horário.


Eu acordava e olhava no relógio, era 14h50! Levantava assustada e começava a fazer as contas, então eu estava na sala da casa do meu pai, e minha mãe estava sentada no sofá e dizia "você não vai conseguir chegar em tempo hábil".

Eu fico pensando no que vou fazer, penso em ir ao médico e pegar um atestado de horário, mas mesmo que eu saísse de casa as 15 horas, chegaria no serviço só as 16h, e eu preciso de pelo menos 4 horas trabalhadas no dia, ou então é considerado falta. Então eu me lembro que tenho um dia em haver, e resolvo voltar a dormir. Fim.

Peter Steele no almoxarifado

Esse foi definitivamente o melhor sonho dos últimos tempos.

Eu estava no serviço, quando eu passava no corredor e via alguém no almoxarifado, eu volto pra ver quem é, e para minha surpresa é o Peter Steele!
Entro e abraço ele bem forte, ele é alto que eu pareço uma criança, como se eu só conseguisse abraçar as pernas dele.
Pergunto o que ele está fazendo lá, ele disse que veio conhecer a câmara, então ele me dá uma foto dele autografada. Fim.

Psicopata morando em casa

Esse sonho foi talvez baseado no último episodio de Desperate Housewives, onde mostra quem é o cara que está matando as meninas de Wisteria Lane.

Eu morava numa casa casa grande que morava muita gente, e eu achava provas de que alguém que morava naquela casa comigo estava roubando e matando pessoas (era uma pasta com papéis que comprovavam isso). Como eu não sabia quem era e não queria acusar ninguém, fiquei na espreita.

Eu me escondi embaixo de uma cama, onde eu poderia ver quem pegaria a pasta, e fiquei lá. Algum tempo depos, entra um cara que parecia ser meu amigo, pega a pasta, faz a maior cara de culpado do mundo, e vai embora. Fim.

Cigarro no elevador

Ontem eu tive 3 sonhos, mas não deu tempo de postar, então estou colocando tudo hoje.

Eu estava num elevador enorme, e um cara acende um cigarro. Todo mundo começa a olhar com cara feia, mas parece que ninguém tem coragem de falar nada. Daí eu chego nele e digo "ó, pode ir apagando isso daí que aqui não é lugar de fumar não".

Outras pessoas me apoiaram, dizendo que não eram obrigadas a cheirar a fumaça dele, e o cara disse que não ia apagar e que não se importava que as pessoas não queriam ficar perto da fumaça. Então eu disse pra ele "Se você acha que está no seu direito, então também acho que você é obrigado a me ouvir cantando se eu tiver vontade de cantar".

E começo a cantar bem alto perto dele, no sonho eu canto muito desafinado, tanto que chega a doer. Daí o cara apaga o cigarro e sai correndo do elevador no próximo andar que ele abriu a porta. Eu peço desculpas aos outros pelo barulho e todos ficam felizes no elevador. Fim.

Cabulando o serviço

Eu estava andando numas ruas perto de casa quando encontro o Edgar que trabalha comigo, ele diz que está indo numa rua que é lá perto. Resolvo ir com ele, e cabulamos o serviço.
Quando já é noite, estou no mercado com o Rê e penso: caramba, cabulei o serviço, preciso de um atestado médico! Ele se prontifica a ir comigo no hos pital, mas eu lembro que tenho dias em haver, que não vou ter esse dia como falta e volto pra casa.

No dia seguinte, estou no trabalho, e minha mesa fica numa disposição diferente da real, ficava de lado, onde está a mesa do diretor. E uma moça que trabalha comigo vem perguntar se eu faltei no serviço ontem junto com o Edgar.
Eu minto, digo que não. Falo que fui resolver uns problemas pessoais.

Daí ela diz que tem certeza que eu faltei com ele, e diz que vai descobrir falando com ele. Fico com medo de ele falar a verdade, porque ele não é muito do tipo de mentir ou inventar história, e também porque eu não tinha combinado de mentirmos e não tinhamos nada a esconder.

Então ela volta, pedindo desculpa, porque ela achou que a gente tinh faltado junto, mas fora apenas uma coincidência, já que ele estava no shopping Iguatemi no dia anterior. Fico surpresa que ele arrumou uma desculpa assim tão rápido e sem planejamento. Fim.

Sozinha no Motel

Eu decido que estou estressada, e que para relaxar vou a um motel sozinha, ficar de boa e tal.

Chego lá, pego um quarto com varanda e banheira de hidromassagem. Pego a chave, subo as escadas até o quarto. Quando abro a porta, está uma bagunça enorme.
Na mesa, tem um monte de papel jogado, e os papéis estão se mexendo, eu levanto o papel e percebo que eles se mexem porque tem vermes comendo restos de comida embaixo do papel.

Havia um guarda roupa, cheio de roupas bagunçadas, e quando eu olho bem, são roupas minhas!!! E tem também um porta retrato com uma foto minha e do Rê.
No banheiro, não há tampa na privada, nem cesto de lixo e tem vermes andando por lá.
A varanda existia, mas a visão era para o pátio interno do lugar, onde se via os carros.

Eu decido que vou reclamar, pegar meu dinheiro de volta e nunca mais voltar lá. Então percebo que se minhas coisas estavam lá, é porque alguém roubou, e o único jeito de ter minhas coisas de volta seria pegá-las antes de ir reclamar.
Mesmo pensando nisso, vejo que se eu for mexer na roupa, corro o risco de encontrar mais sujeiras e vermes, dada a higiene do local, e fico sem saber o que fazer.

Quando resolvo que vou reclamar, abro a porta e alguém já vem falar comigo. Nisso, duas pessoas entram pulam o muro da varanda, e saem pela porta. Eu fico perplexa com a péssima qualidade do lugar, e fico falando que quero meu dinheiro de volta, a pessoa me diz que eu posso mudar de quarto, mas não vão devolver meu dinheiro.
Daí eu falo que vou chamar a polícia, pra ver as coisas roubadas que eles guardam nos quartos e chamar a vigilância sanitária pra ver a higiene, e que vão devolver meu dinheiro na justiça. Fim.

Continuação do sonho dos gatos no olimpo

Essa é a segunda parte do sonho dos gatos:

Eu chegava na casa da minha vó Cida com os gatinhos, e ela perguntava o que eu estava fazendo com dois gatos. Eu explicava que eles estavam abandonados, e ela dizia que nós iriamos cuidar deles.
Ela pergunta pra mim: o que gato come?

Eu digo que comem ração, existe da ração seca e da molhada, e eu pretendo comprar das duas e ver qual que eles gostam mais. Já era noite, e não tinhamos como sair para comprar ração àquela hora. Então minha vó diz que não podemos deixar os gatos sem comer nada até o outro dia, e resolve dar arroz pra eles.

Fazemos dois pratinhos, um de arroz e outro com água. Eles comem avidamente e depois dormem, enroladinhos um no outro. É uma cena linda de assistir, e fico me perguntando se minha vó gostaria de criá-los, embora eu saiba que ela não gosta muito de animais. Fim.

Festa, trote e diversão

Eu tinha uma casa e estava dando uma festa. Meus amigos estavam lá, e estava tudo muito divertido. Resolvemos que iamos passar trote, o Lucas pegou o telefone e ligou para um cara dizendo que ele era gay e queria sair com o cara, e o cara marcou um encontro com o Lucas. No final, ele disse que era zoeira, ele só queria provar que o cara era realmente gay para todo mundo.

O cara ficou muito puto da vida, e começou a xinga-lo. O telefone estava no viva voz e todo mundo ouvia. Ele disse que sabia o numero do telefone, ia achar o endereço e ia lá matar o Lucas. Ninguém acreditou nas ameaças, e tiramos o telefone da tomada, para que o cara não pudesse ligar de volta.

Então continuamos na festa, não faziamos mais nada em especial, mas estava muito legal. Eu resolvi que ia mudar de roupa, e fui para o quarto. Fiquei tentando escolher um vestido bonito, algumas pessoas tentaram me ajudar a escolher a roupa. O Alusion gritava pela janela.
Eu estava feliz, saltitante, falava muito. O Jonas estava tocando violão, as pessoas cantavam em volta do sofá. Fim.

Dois gatos no monte Olimpo

Esse foi um sonho estranho, engraçado e bonitinho.

Eu entrava num lugar muito amplo, com portas gigantescas e pé direito bem alto. Havia várias pessoas lá, cada um delas cuidando de seus afazeres. Era possível identificar uma certa hierarquia, alguns eram servos, e outros pareciam ter um status social muito grande.

Eu entrava nesse lugar, eu não pertencia a mais alta hierarquia do lugar, mas também não era das mais baixas. Parecia que eu tinha uma certa liberdade de ir e vir sem muitas obrigações.
Logo que entrei, fui ao banheiro, mas estava muito nojento, sujo, e alguém tinha feito o número 2 e não tinha dado a descarga. Fiquei com muito nojo, e quando ia saindo do banheiro, percebi que tinha dois gatinhos bebês lá na sujeira.

Eu peguei os dois gatinhos, eram bem pequeno, e cada um cabia na palma da minha mão. Perguntei de quem eram os gatos, ninguém soube me informar.
Então eu fui pra fora, numa espécie de quintal, peguei uma mangueira e passei a lavá-los. No começo eles não gostaram muito da água, mas como eles estavam sujos, acabaram percebendo que era para o bem deles e ficaram quietinhos.

Lavei e sequei os gatos, e os levei embora. Eu tinha uma espécie de aposento nesse lugar. Enquanto eu caminhava para o meu aposento com os gatinhos, eu ouvi uma discussão, a mulher de Zeus brigava com ele. Foi aí que percebi que estava no Monte Olimpo, embora o nome não estivesse claro pra mim no momento, eu sabia que morava no palácio dos deuses... apesar de eu mesma não ser uma deusa.

Cheguei, e meu coelho Negão estava me esperando. Fiquei com medo de ele não gostar dos gatinhos, mas ele gostou. Eles eram pequenos, fofinhos e inofensivos. Meu coelho é bem velho e gordo, e ele se sentiu meio paternal em relação aos gatinhos. Um dos gatos era fêmea, e o outro era macho.

Meu coelho tem um problema no olho que causa uma secreção esbranquiçada, e logo que eu coloquei os gatos com ele, os gatos passaram a ter o mesmo problema, como se tivesse passado para eles. Fiquei um pouco preocupada com isso, mas sabia que eles estavam em melhor estado comigo e com o coelho do que sozinhos na sujeira. Fim.

Palavra que não sai

Isso foi hoje, não sei se foi sonho, ou impressão...

Tinha uma palavra, que ficava soando na minha cabeça o tempo todo, mas quando eu tentava falar, não conseguia e começava a tossir.

E toda vez que eu tossia, acordava... daí voltava a dormir, e de novo a palavra que eu não conseguia pronunciar surgia. Deveria ser em outra língua, alemão ou algo parecido.

Isso aconteceu várias vezes e esse sonho estranho só parou quando eu levantei da cama, lavei a boca e cuspi na pia, como se eu tivesse jogando a palavra fora.

Trem indo embora

Eu estava na estação, esperando o trem. Ele chega, e eu começo a andar rente ao trem, ainda na plataforma, procurando algo, como se eu estivesse escolhendo um lugar mais adequado para entrar.

Nisso, vejo o Gustavo que trabalha comigo dentro do trem, cumprimento e troco algumas palavras, e depois continuo andando, procurando algo. O trem apita que vai fechar a porta, e eu continuo do lado de fora. Ele fecha a porta e vai embora, e eu fico na esperança de que o próximo trem seja mais adequado para mim.

Então, eu de repente percebo que esqueci de pegar minha bolsa! Eu estou na estação sem bolsa, sem carteira, sem livro pra ler, sem nada, e também esqueci de pegar um numero de telefone de alguém que eu tinha que ligar pela manhã. Eu penso: o que vou fazer na aula sem nada? Como vou anotar algo e acompanhar as aulas?

Resolvo que vou voltar pra casa para buscar minhas coisas, então penso que se for até em casa, não vou querer sair mais, vou acabar ficando por lá. Começo a pensar no que eu perderia se não fosse pra aula, e percebo que eu não sei nada, e que estou tão por fora que indo ou não indo não faz diferença. Nessa hora, resolvo ir, mesmo sem nada, e que eu vou me virar, e que vou dar um jeito de correr atrás do que eu preciso.

O novo trem chega, eu entro em qualquer porta, e me sinto culpada de ficar escolhendo no trem anterior, fato que vai me fazer chegar atrasada e totalmente inútil, já que dessa vez eu entrei em qualquer porta. Assim que entro, olho em volta e vejo que conheço uma pessoa sentada num lado do trem, como não quero conversar com ninguém e a pessoa não me viu, vou para o lado oposto.
Todos os lugares são ruins, feios e sujos. Eu sento num lugar qualquer e fico pensando se estou fazendo a coisa certa indo pra aula, ou se deveria desistir de tudo e voltar pra casa. Fim.


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Novamente o sonho que eu tenho aula e nao estou a par de nada, e tenho vontade de desistir de tudo.
Dessa vez o desespero foi bem menor, o que mais me assolava era a duvida, de estar fazendo ou nao a coisa certa.

Jogo de azar

Eu estava jogando algum jogo de cartas, tinha varios amigos na mesa e eu nao sabia direito as regras.
As cartas vinham e eu comecei a juntar, as regras eram um pouco parecidas com poker, mas tinha que "bater" quando formava pares legais na mao.

Eu ja estava com umas 30 cartas na mao, e as cartas vinham e vinham, e eram cada vez melhores. Quando eu precisei bater, eu ficava tentando montar uma super sequencia fodona, mas eu nao sabia exatamente qual valia mais... tipo royal flush, staight flush, e eu ficava fazendo diversas sequencias na mesa e pensando qual delas faria um jogo melhor, mesmo que eu ja tivesse ganho o jogo de qualquer jeito. Fim.

Julgamento do padre

Eu estava no meu antigo predio, olhando pela janela, que dava de frente para as janelas das pessoas que moravam la tambem (dava ate pra ver dentro da casa, se nao tivessem cortinas).

Eu vi que tinha uma menininha olhando pra baixo, ela parecia muito concentrada. Entao eu olhei pra baixo, pra ver o que acontecia na parte de dentro do predio. Tinha muita gente la, e alguns senhores com roupa de alta hierarquia da igreja catolica.

Foi ai que comecei a prestar atencao, e ouvindo o que diziam, percebi que estava acontecendo um julgamento de um padre ou algum outro tipo de autoridade catolica. Nas janelas das pessoas haviam bandeiras penduradas com palavras de ordem, tipo "cadeia pra sempre" e coisas assim.

Foi ai que eu entendi que o padre estava sendo julgado por ter abusado daquela menina que olhava tudo pela janela. Fim.

Bebendo na prisao

Esse foi um dos varios sonhos que tive essa noite, de alguma forma eles se misturavam, mas como soh esse teve algum sentido, os outros eu posto separado.

Estavamos num carro oficial da Camara, eu, a Monica (diretora do financeiro), e outras pessoas que trabalham com a gente. Eu nao sabia exatamente para onde iamos, ate que chegamos numa cadeia.
Entramos com o carro, e ficavamos nos perguntando se iam ter que nos revistar, porque as revistas de prisao sao muito chatas de fazer, eles olham ate nas partes intimas das pessoas.

Acabou que entramos e nao precisamos ser revistadas, nem intimamente, nem de maneira superficial. Simplesmente deixaram a gente entrar.
Eu nao sabia o que estavamos fazendo na prisao, e nao queria perguntar, porque parecia algo meio confidencial.

Entao a Monica disse que ela estava indo ser presa, mas que ja ja o marido dela ia pagar a fianca. Eu nao entendi muito bem, mas tambem nao quis perguntar.

Nos conduziram ate a area de visitacao, onde poderiamos ficar com ela ate um certo horario estabelecido, e entao nos iriamos embora e ela ficaria la.
No lugar de visitacao estava acontecendo diversos piqueniques, as pessoas nao nos olhavam direto no rosto, como costuma acontecer em presidios.
Nao havia bons lugares para sentarmos, entao sentamos numa mesa meio comunitaria com outras pessoas.

Eu usava duas tiaras ao mesmo tempo, e uma delas estava me incomodando, e eu tirei da cabeca. Entao uma presidiaria sentou do meu lado, pegou minha tiara e disse que era muito bonita, meio que pegando pra ela. Eu respondi q era mesmo, e que era minha.
Dai ela disse que eu tinha duas, e que eu nao ia me importar de ficar com uma soh, eu arranquei a tiara da mao dela e falei pro pessoal pra nos sentarmos em outro lugar, elas levantaram comigo e a presidiaria ficou falando sozinha.

Nos procuravamos, procuravamos, mas nao tinha onde sentar! Entao percebemos que os melhores lugares, que eram reservados, e tinham churrasqueira, nao estavam efetivamente sendo usados, e sim estavam sendo guardados... e podiamos adquiri-los mediante pagamento.

Alguns de nos foram conversar com um grupo que guardava um lugar coberto muito bom, e depois elas acenaram e fomos todos pra la. Aqueles que nos "alugaram" o espaco foram muito simpaticos e deixaram ate as bebidas deles pra nos. Eu imaginei que pagamos um preco muito mais elevado do que aquilo valia, mas nao falei nada.

Entre as bebidas, tinha uma garrafa de vodka, e algumas pingas estranhas, misturadas com alguma coisa. Eu tomei um gole de um pinga esquisita, e depois uma dose num compinho de outra pinga, o gosto era bem ruim. Entao a Monica me disse que era pra eu parar de beber, que eu ja tinha bebido demais. Eu obedeci e nao tomei da vodka. Fim.

Por que sonhamos? Qual a função do sonho?

Vi esse artigo no site do IG e achei interessante, vou copiar a parte que achei pertinente:

Os pesquisadores crêem que o estudo chama a atenção para uma questão outrora incompreendida pela ciência. “Por que sonhamos? Qual a função do sonho?”

Segundo Stickgold, o sonho tem o poder de auxiliar na capacidade de memorização. Mas é preciso que, ao acordar, as pessoas consigam relatar o sonho. “Muitos vêem o sonho como um entretenimento. Mas os estudos sugerem que ele é um subproduto do processo de memorização. Sobre a necessidade de lembrar-se do sonho para conseguir aproveitar os benefícios para a memória o pesquisador questiona: "Creio que não seja necessário, até porque, muitas pessoas só conseguem relatar 10 ou 15 por cento do que sonharam”.

Link:

http://delas.ig.com.br/bemestar/um+cochilo+para+aprender+melhor/n1237586490715.html

Prédio do governo

Eu tive outros sonhos mas não me lembro direito, esse foi o único que a história tem algum sentido cronológico (pena que o sentido é só cronológico hehehe).

Era uma tarde chuvosa, fria, eu estava numa praça cinza, na porta de um grande prédio, que parecia um pouco com um shopping center, mas era um prédio do governo.
Eu entro nesse prédio, era grande e cheio de gente. Havia painéis que indicavam os serviços de cada andar. Eu me dirigi para um andar meio alto, onde tinha os correios.

Eu chego no andar, entro numa fila. Quando é minha vez de ser atendida, eu peço algo pro funcionário, não consigo lembrar o que, mas era algo que estava fora das atribuições do correio. Ele me manda conversar com a gerente, e ela é extremamente estúpida comigo.

Eu fico furiosa por ter sido destratada, e vou procurar algum lugar para reclamar. Estou na fila do guichê de reclamação, quando encontro minha sogra e ela diz que está muito feliz, pois será a nova gerente dos correios.

Quando chega minha vez no guichê, eu fico sem coragem de reclamar, pois eu não quero prejudicar minha sogra, e sim a mulher que era gerente antes dela e que me tratou mal. Então eu invento alguma coisa idiota e não reclamo, indo embora.

Eu estava indo encontrar o Reinaldo naquele mesmo prédio, alguns andares abaixo. Eu desço, pego uns papéis e começo a ver sobre um concurso que está aberto para trabalhar nesse prédio, nisso eu encontro o Rê e ele começa a me falar que vai prestar o concurso, que é muito bom.

Eu vejo o salário e não acho tão bom assim, mas penso em prestar apenas para acompanhar o Rê. Nessa hora, nos deparamos com o Felipe e a Paula. Ela está numa cadeira de rodas coloridas (com estampa florida), e ele está empurrando essa cadeira.
Nós nos cumprimentados, e o fato de ela estar numa cadeira de rodas parecia algo normal, não me causou nenhum espanto.

Nós trocamos algumas palavras, eles disseram que vieram se inscrever para o concurso também. Então eles vão embora, e quando eu e o Rê fomos sair do prédio, eu olho novamente pro painel, e descubro que minha sogra tinha acabado de deixar de ser gerente dos correios e foi trabalhar no RH. Fim.

Contas atrasadas

Eu chegava no serviço e encontrava uns papéis na minha mesa. Eu perguntava porque quiseram que eu chegasse mais cedo hoje, e a moça que trabalha comigo, a Roseli, diz que era pra eu trabalhar mais de manhã e menos a tarde.

Então eu dizia pra ela que eu não gosto de trabalhar de manhã, e que eu funciono melhor ao longo do dia. Então ela me dá os papéis que estavam na minha mesa, e eram contas pessoais minhas, para eu pagar, e todas atrasadas, todas vencendo no dia anterior.

Ela me diz "como você vai fazer pra pagar as contas atrasadas?", daí eu explico que vou pagar os juros e tal, e ela pergunta se os juros são altos, eu digo que não, que os bancos cobram bem mais caro do que esses juros de conta de luz. Daí eu separo todas as contas e vou ao banco pagar. Fim.

Geladeira

Caia água da parede, não sei se era uma goteira ou algum tipo de torneira invisível, mas a água não parava de gotejar.
No chão, tinha uma geladeira. Era ela quadrada, devia ser um metro quadrado. E ao inves de ficar "em pé", e abrir a porta pra frente, ela ficava "deitada", e não tinha porta, sendo a abertura pra cima.

Quando a água caia na geladeira, automaticamente virava gelo.
O Negão, meu coelho, estava deitado em cima do gelo, parecia estar aproveitando aquele frescor, ele estava esticadinho, bem tranquilo.

Engraçado que a água que caia da parede, não ia direto pra dentro da geladeira. Ela batia numa poltrona, numa mesa, até cair na geladeira e virar gelo.
Então, os móveis sumiram e agua começou a cair no chão, e ao invés de gotas, começou a ser uma enxurrada.

Como a água não caia mais na geladeira, ela não gelava, e começou a molhar todo o chão. Eu fiquei preocupada que meu coelho se molhasse, e o tirei de lá.
Eu ficava tentando aparar a água, para que ela não molhasse toda a casa. A água se espalhava pelo chão com velocidade, e começou a molhar tudo. Fim.

Morrendo

Esse foi ha alguns meses, mas me marcou muito:

Eu estava na iminencia de morrer. Eu sabia que isso ia acontecer naquele momento, e estava um pouco assustada. O maior medo era sentir dor, ou ficar algum arrependimento como a ultima coisa que senti.

Aos poucos fui perdendo a sensação do meu corpo, como se não estivesse mais aqui. Não conseguia me mover, mas isso deixou de ser assustador, era apenas reconfortante. Então, parei de ouvir, e por último, de enxergar.

Por fim, meus próprios pensamentos foram desvanecendo, e eu tive certeza que então iria morrer. E morri, num descanso eterno. Fim.

Sonhos desconexos dos ultimos dias

Esses foram alguns sonhos bizarros que tive nos ultimos dias, sem muita historia:

- Eu organizava um blog gigante, onde milhares de pessoas postavam todos os dias.

- Uma pessoa dizia para outra pessoa "vou sair de perto de você porque você está fedido".

- Nasciam 4 dentes atras dos meus dentes da frente (da parte de cima da boca). Dai os dentes "originais" começavam a ficar mole e ameaçar cair. Eu ficava na duvida, se os de trás iam ficar no lugar dos da frente, ou se o dentista ia querer arrancar tudo e eu ia ficar sem dentes. Além disso, eu sentia muita vontade de ficar mexendo no dente até ele cair, saia um gostinho de sangue dele e era gostoso.

Fim.