Esse sonho foi no sábado, e conforme eu acordava e voltava a dormir, ele voltava num certo ponto e tinha um final diferente. Foram três ao todo.
Eu estava na praia, num condomínio fechado com meus amigos. Eramos umas 10 pessoas mais ou menos, e fomos todos num só carro, o meu (e cabia!).
A casa em que estávamos hospedados ficava a uns 4 quarteirões da praia, e íamos e voltamos de carro por preguiça.
Naquele dia, eu havia bebido e não queria voltar dirigindo.
Todos já estavam no carro instalados, e eu convenci um amigo que estava no porta malas de dirigir o carro enquanto eu ia no porta malas.
Então, ele entra no carro se instala. Quando vou entrar no porta malas, ele sai andando com o carro e me deixa pra trás.
Ele para logo em seguida, e eu vou correndo até o carro, e então ele volta a andar e me deixa lá, sozinha. E todo mundo fica rindo de mim.
Fico muito muito puta com tudo isso e começo a chorar.
O pior: não sei voltar a pé! Tenho uma idéia de como faz pra chegar, mas saber mesmo, eu não sei.
Estou perdida e muito brava.
Final 1:
Conforme vou andando, encontro umas pessoas que estudaram comigo no passado, e eles ficam preocupados comigo. Me chamam pra ir com eles à praia, eu agradeço mas não vou, e continuo indo pra casa.
Chego numa espécie de centro do condomínio, de lá eu sei me localizar... mas ainda estou brava, e resolvo tomar um sorvete.
Nisso, chega o Rê e outro amigo me procurando. Eles dizem que sabiam que eu ia estar na barraquinha do sorvete.
Ainda estou brava e penso em jogar o sorvete na cara deles, mas não faço porque seria muito infantil.
Falo pra eles que já que eles me largaram no meio do nada, não preciso de ninguém ir me buscar depois quando eu já me achei. E fico pensando em me vingar, só não sei como. Fim.
Final 2:
Eu aceito ir pra praia com os outros amigos que encontrei. Peço um celular emprestado e mando uma mensagem de texto pro Rê dizendo algo assim:
"Já que vocês me largaram sozinha, não voltarei hoje. E só estou avisando pois tenho responsabilidade conjugal, coisa que você aparentemente não tem".
E vou embora me divertir com outras pessoas. Fim.
Final 3:
Acho o centro e a loja de sorvete, mas resolvo que não vou ficar lá até me acalmar.
Volto até a casa, entro no quarto sozinha, fecho a porta.
Arrumo minhas malas, saio do quarto, ponho minhas coisas no porta malas... e aí finalmente alguém me nota e pergunta onde estou indo.
Digo que estou indo embora, e que não vou esperar ninguém assim como não me esperaram na praia.
Ligo o carro e vou embora sozinha. Fim.
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Pessoalmente, gostei mais do segundo fim. E vocês?
Na vida real, não sei o que faria... Espero nunca passar por algo assim.
Tutty e Frutty
Eu morava numa casa com quintal bem grande, e tinha dois cachorros. O Tutty e o Frutty.
Eu e o Rê treinavamos os cachorros, na verdade era um cachorro de cada. Tinha dois montes de colchões, e ficávamos em cima enquanto instigavamos os cachorros a pular em cima dos colchões.
Depois, quando ficavam com sede, dávamos água através de um garrafão enorme azul.
Meu pai tocou a campainha e veio me visitar com seu cachorro. Meu pai morava na casa da frente. Então, o Tutty e o Frutty saíram correndo atrás do outro cachorro, e juntos os três passaram a subir a rua perseguindo um caminhão que passava.
Eu ficava brava, e gritava "Tutty Frutty, voltem aqui!", e meu pai dizia:
- Deixa os cachorros, Marcia.
E eu respondia:
- Deixo nada. É perigoso eles serem atropelados.
Fim.
Eu e o Rê treinavamos os cachorros, na verdade era um cachorro de cada. Tinha dois montes de colchões, e ficávamos em cima enquanto instigavamos os cachorros a pular em cima dos colchões.
Depois, quando ficavam com sede, dávamos água através de um garrafão enorme azul.
Meu pai tocou a campainha e veio me visitar com seu cachorro. Meu pai morava na casa da frente. Então, o Tutty e o Frutty saíram correndo atrás do outro cachorro, e juntos os três passaram a subir a rua perseguindo um caminhão que passava.
Eu ficava brava, e gritava "Tutty Frutty, voltem aqui!", e meu pai dizia:
- Deixa os cachorros, Marcia.
E eu respondia:
- Deixo nada. É perigoso eles serem atropelados.
Fim.
Spaguetti
Eu comia um Spaguetti com molho vermelho e carne moída.
Mas não era um spaguetti comum, ele tinha vazado por dentro e o molho vinha pro dentro como se fosse um canudinho. Fim.
Mas não era um spaguetti comum, ele tinha vazado por dentro e o molho vinha pro dentro como se fosse um canudinho. Fim.
Peixe boi
Havia dois peixes boi, porém não tínhamos água suficiente para eles. Então, eles passaram a flutuar pela casa... era lindos, mansos, e eu os abraçava e flutuava junto.
Cocô nas calças
Eu estava numa festa, que era feita numa casa enorme com um quintal gigante.
Então, um menino muito bonitinho de uns 10 anos estava correndo de outras crianças, com cara de choro e se trancou numa mini casinha que tinha no fim do quintal.
As crianças gritavam e batiam, querendo entrar.
Percebi que as crianças estavam querendo fazer algum mal para o menino, então os expulsei e bati na porta, falando que podia ajuda-lo.
Ele me deixou entrar, e então ele me disse que fez cocô nas calças e perguntou se eu podia trocar a fralda dele.
Fiquei numa sinuca de bico: primeiro, eu não ai trocar fralda de ninguém, muito menos de moleque de 10 anos.
Mas, o que fazer? Se o menino usa fralda, ele deve ter alguma doença, ou algum retardo mental, e eu disse que ia ajudar.
Por outro lado, a mãe devia ter ensinado o menino a se virar, porque 10 anos é idade suficiente. Fim.
Então, um menino muito bonitinho de uns 10 anos estava correndo de outras crianças, com cara de choro e se trancou numa mini casinha que tinha no fim do quintal.
As crianças gritavam e batiam, querendo entrar.
Percebi que as crianças estavam querendo fazer algum mal para o menino, então os expulsei e bati na porta, falando que podia ajuda-lo.
Ele me deixou entrar, e então ele me disse que fez cocô nas calças e perguntou se eu podia trocar a fralda dele.
Fiquei numa sinuca de bico: primeiro, eu não ai trocar fralda de ninguém, muito menos de moleque de 10 anos.
Mas, o que fazer? Se o menino usa fralda, ele deve ter alguma doença, ou algum retardo mental, e eu disse que ia ajudar.
Por outro lado, a mãe devia ter ensinado o menino a se virar, porque 10 anos é idade suficiente. Fim.
Tumblr
Fiz um Tumblr, apenas com fotos de coelhos.
Se quiserem visitar, aqui está o link:
http://rabbitpalooza.tumblr.com/
Se quiserem visitar, aqui está o link:
http://rabbitpalooza.tumblr.com/
6 mil em gasolina
Eu estava num posto de gasolina, e havia uma promoção que quem pusesse mais gasolina no carro naquele dia, ia ganhar gasolina grátis por toda a vida.
Pensei que seria interessante, pois eu poderia vender essa gasolina como uma forma de investimento.
Então, eu coloco 6 mil reais em gasolina, pensando que as pessoas apenas colocariam o que cabe no carro.
Naquele momento fui mesmo a pessoa que mais comprou gasolina, mas logo em seguida outras pessoas passaram a comprar valores absurdos de gasolina e me passaram para trás.
Então, me deu um desespero: nossa, como eu fui burra em fazer isso! Uma idéia muito idiota, e agora perdi 6 mil reais com uma gasolina cara que vai demorar anos pra eu usar tudo.
Daí acordei, e fiquei aliviada que foi apenas um sonho.
Pensei que seria interessante, pois eu poderia vender essa gasolina como uma forma de investimento.
Então, eu coloco 6 mil reais em gasolina, pensando que as pessoas apenas colocariam o que cabe no carro.
Naquele momento fui mesmo a pessoa que mais comprou gasolina, mas logo em seguida outras pessoas passaram a comprar valores absurdos de gasolina e me passaram para trás.
Então, me deu um desespero: nossa, como eu fui burra em fazer isso! Uma idéia muito idiota, e agora perdi 6 mil reais com uma gasolina cara que vai demorar anos pra eu usar tudo.
Daí acordei, e fiquei aliviada que foi apenas um sonho.
Festa em varios andares
Era uma festa de onde trabalho, ao inves de ser na Camara, era numa especie de predio de tres andares, porem nao haviam pares, apenas chao e teto.
No andar terreo tinha uma mesa gigante, onde todos comemos juntos. Apos o almoco as pessoas se dispersaram para os outros andares e para os arredores do predio.
No segundo andar, estava acontecendo algum tipo de jogo de baralho e fui convidada a jogar com as outras duas pessoas.
Jogamos e foi muito divertido, e alem disso eu vestia uma roupa muito estranha que lembrava vagamente a roupa de banho do cara do filme Borat, embora ninguem parecesse notar. Fim.
No andar terreo tinha uma mesa gigante, onde todos comemos juntos. Apos o almoco as pessoas se dispersaram para os outros andares e para os arredores do predio.
No segundo andar, estava acontecendo algum tipo de jogo de baralho e fui convidada a jogar com as outras duas pessoas.
Jogamos e foi muito divertido, e alem disso eu vestia uma roupa muito estranha que lembrava vagamente a roupa de banho do cara do filme Borat, embora ninguem parecesse notar. Fim.
Barriga com hematoma
Minha barriga doia muito.
Entao, tirei a calca e percebi que minha barriga estava com hematomas enormes e muito roxos. Percebi tambem que eles apareceram porque eu engordei absurdamente em alguns minutos, e o fato de estar usando uma calca agora de numeros menores fez com que a pressao do meu corpo contra a calca criasse os hematomas. Fiquei muito assustada e achei que fosse morrer. Fim.
Entao, tirei a calca e percebi que minha barriga estava com hematomas enormes e muito roxos. Percebi tambem que eles apareceram porque eu engordei absurdamente em alguns minutos, e o fato de estar usando uma calca agora de numeros menores fez com que a pressao do meu corpo contra a calca criasse os hematomas. Fiquei muito assustada e achei que fosse morrer. Fim.
Problemas resolvidos com chiclete de uva
Era uma manha chuvosa, havia chovido tanto que uma enchente muito grande devastou a cidade.
Nem isso me impediu de ir aonde eu precisava ir.
Entro na estacao de metro, a agua esta bem alta, acima do meu joelho. Continuo andando, passo a catraca. Vejo que tem corpos mortos em cima das catracas, pessoas que morreram afogadas na enchente.
Continuo meu caminho e desco as escadas rolantes. Eu fico surpresa quando vejo o metro vazio, pois dias de chuva e enchente normalmente fazem do metro um lugar mais lotado do que ja costuma ser.
Entro no vagao, e encontro meu amigo Arthur. Mais uma surpresa, ja que nem eu nem ele moramos desse lado da cidade.
Nos cumprimentamos e comeco a contar pra ele que quero largar a faculdade.
Apesar de estar pegando metro de manha cedo, cumprindo com as minhas obrigacoes, tudo o que quero eh ir para casa dormir.
Nao aguento mais e nao vejo porque continuar nesse calvario.
Entao ele me diz para fazer o que eu quero, me da um chiclete de uva e me manda pra casa dormir. Desco na estacao Se e faco baldeacao em direcao a minha casa e nao em direcao a faculdade. Problema resolvido com gosto de uva... decido que vou largar a faculdade e seguir - literalmente - meu sonhos. Fim.
_________________________________________________
Esse sonho foi em relacao a faculdade que fazia em 2007-2008, que acabei largando sim, mas porque passei num concurso e nao teria como estudar e trabalhar ao mesmo tempo.
Apesar de gostar muito da faculdade (senti muita falta das aulas no comeco), sei que fiz uma escolha mais vantajosa. Porem, sempre fica aquela sensacao de que larguei mais uma coisa pelo caminho...
Meus sonhos recorrentes em relacao a escola tem evoluido muito. Parei de ter o sonho de sempre que eu sempre falhava em alguma coisa, que eu repetia de ano ou simplesmente nao conseguia acompanhar as aulas. Acho que superei o ensino medio quando consegui terminar o tecnico em contabilidade em 2010.
Agora tenho que superar ter largado a faculdade... prevejo duas coisas: terei esse sonho mais vezes, e superarei no fim de 2011 quando me formar na faculdade que estou fazendo agora.
Nem isso me impediu de ir aonde eu precisava ir.
Entro na estacao de metro, a agua esta bem alta, acima do meu joelho. Continuo andando, passo a catraca. Vejo que tem corpos mortos em cima das catracas, pessoas que morreram afogadas na enchente.
Continuo meu caminho e desco as escadas rolantes. Eu fico surpresa quando vejo o metro vazio, pois dias de chuva e enchente normalmente fazem do metro um lugar mais lotado do que ja costuma ser.
Entro no vagao, e encontro meu amigo Arthur. Mais uma surpresa, ja que nem eu nem ele moramos desse lado da cidade.
Nos cumprimentamos e comeco a contar pra ele que quero largar a faculdade.
Apesar de estar pegando metro de manha cedo, cumprindo com as minhas obrigacoes, tudo o que quero eh ir para casa dormir.
Nao aguento mais e nao vejo porque continuar nesse calvario.
Entao ele me diz para fazer o que eu quero, me da um chiclete de uva e me manda pra casa dormir. Desco na estacao Se e faco baldeacao em direcao a minha casa e nao em direcao a faculdade. Problema resolvido com gosto de uva... decido que vou largar a faculdade e seguir - literalmente - meu sonhos. Fim.
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Esse sonho foi em relacao a faculdade que fazia em 2007-2008, que acabei largando sim, mas porque passei num concurso e nao teria como estudar e trabalhar ao mesmo tempo.
Apesar de gostar muito da faculdade (senti muita falta das aulas no comeco), sei que fiz uma escolha mais vantajosa. Porem, sempre fica aquela sensacao de que larguei mais uma coisa pelo caminho...
Meus sonhos recorrentes em relacao a escola tem evoluido muito. Parei de ter o sonho de sempre que eu sempre falhava em alguma coisa, que eu repetia de ano ou simplesmente nao conseguia acompanhar as aulas. Acho que superei o ensino medio quando consegui terminar o tecnico em contabilidade em 2010.
Agora tenho que superar ter largado a faculdade... prevejo duas coisas: terei esse sonho mais vezes, e superarei no fim de 2011 quando me formar na faculdade que estou fazendo agora.
69 eyes
Devido a eu ter perdido o show do 69 eyes no ano passado, foi me oferecido um prêmio de consolação: toda vez que eu for trabalhar, terei show ao vivo do 69 eyes no trem e no metrô até eu chegar no meu destino. Fim.
Psicopata
Era uma tarde nublada, eu e o Re estavamos andando numa rua movimentada. Ele - o psicopata - mandou novamente uma mensagem pra nós, pelo celular.
Ele dizia que teria mais 4 vítimas, e que nós não escaparíamos dessa vez.
Ficamos desesperados. E agora?
Ter escapado uma vez tinha sido muita sorte. Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar! Dessa vez íamos morrer!
- Rê, vc tem férias pra tirar?
- Tenho. Por que?
- Vamos tirar férias e sair do país, até... até ele ser preso.
- Não podemos parar de viver por causa de um lunático.
- E o que vamos fazer? Viver com medo?
- Nós vamos atrás dele. Escuta: vc se lembra como ele nos pegou da primeira vez?
- Claro! Estava chovendo, fomos comprar um guarda chuva e então já tínhamos sido levados... foi tudo muito rápido.
- Vc se lembra do rosto do vendedor?
- Não muito. Ele era jovem, usava um boné preto, cabelo despenteado... Não sei. Vc sabe que não sou boa fisionomista.
- Nós vamos descobrir quem ele é!
Fiquei pensando no que teríamos que fazer enquanto isso. Talvez abandonar a casa, morar num quartinho com uma única entrada. Comprar uma arma, e fazer turnos de vigilância. Era o único jeito.
Começou a chover. Paramos parar comprar um guarda chuva num camelô.
- Vai escolhendo enquanto eu pago.
- Ok.
(...)
- Rê? Rê? Cadê você?
E então ele e o vendedor de guarda chuva haviam sumido.
Em volta, tudo o que eu via eram guarda chuvas abertos, não conseguia reconhecer ninguém. E a água caindo do céu se misturava às minhas lágrimas enquanto eu percebia a realidade: o psicopata chegou antes. Fim.
Ele dizia que teria mais 4 vítimas, e que nós não escaparíamos dessa vez.
Ficamos desesperados. E agora?
Ter escapado uma vez tinha sido muita sorte. Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar! Dessa vez íamos morrer!
- Rê, vc tem férias pra tirar?
- Tenho. Por que?
- Vamos tirar férias e sair do país, até... até ele ser preso.
- Não podemos parar de viver por causa de um lunático.
- E o que vamos fazer? Viver com medo?
- Nós vamos atrás dele. Escuta: vc se lembra como ele nos pegou da primeira vez?
- Claro! Estava chovendo, fomos comprar um guarda chuva e então já tínhamos sido levados... foi tudo muito rápido.
- Vc se lembra do rosto do vendedor?
- Não muito. Ele era jovem, usava um boné preto, cabelo despenteado... Não sei. Vc sabe que não sou boa fisionomista.
- Nós vamos descobrir quem ele é!
Fiquei pensando no que teríamos que fazer enquanto isso. Talvez abandonar a casa, morar num quartinho com uma única entrada. Comprar uma arma, e fazer turnos de vigilância. Era o único jeito.
Começou a chover. Paramos parar comprar um guarda chuva num camelô.
- Vai escolhendo enquanto eu pago.
- Ok.
(...)
- Rê? Rê? Cadê você?
E então ele e o vendedor de guarda chuva haviam sumido.
Em volta, tudo o que eu via eram guarda chuvas abertos, não conseguia reconhecer ninguém. E a água caindo do céu se misturava às minhas lágrimas enquanto eu percebia a realidade: o psicopata chegou antes. Fim.
Wrap Your Troubles in Dreams
"Life goes on without any breaks
I got it baby what it takes
Dreaming on and on of better days
So many things to get done
(...)
WRAP YOUR TROUBLES IN DREAMS
It ain't that hard it seems"
- "Wrap Your Troubles in Dreams", The 69 Eyes -
Passei a manhã inteira day dreaming, estou mais animada e mais feliz! :)
I got it baby what it takes
Dreaming on and on of better days
So many things to get done
(...)
WRAP YOUR TROUBLES IN DREAMS
It ain't that hard it seems"
- "Wrap Your Troubles in Dreams", The 69 Eyes -
Passei a manhã inteira day dreaming, estou mais animada e mais feliz! :)
Escola
Eu estava na escola que estudei quando era pequena (dos 6 aos 12 anos).
Ela estava sendo reformada para virar uma faculdade, e eu iria estudar lá.
Andei por seus corredores, por suas salas, e estava tudo muito maior e mais bonito. Enquanto fazia esse "tour" uma funcionária da escola dizia que ainda iam construir mais andares em cima, e que ia ficar muito maior do que já estava. Fim.
Ela estava sendo reformada para virar uma faculdade, e eu iria estudar lá.
Andei por seus corredores, por suas salas, e estava tudo muito maior e mais bonito. Enquanto fazia esse "tour" uma funcionária da escola dizia que ainda iam construir mais andares em cima, e que ia ficar muito maior do que já estava. Fim.
Series Finale de Breaking Bad
2 avisos:
1- foi um sonho, então não tem nada a ver com a série de verdade... alias, Breaking Bad não acabou e foi até renovada para mais temporadas.
2- quem nunca assistiu e quer assistir, ou está assistindo mas ainda não está "em dia" com a série, melhor não ler o sonho a seguir pq vai ter spoiler.
[SPOILER ALERT]
Ok, agora vcs leem por sua conta e risco.
___________________________________
Era o final da série Breaking Bad.
Foi um final muito inusitado e ao mesmo tempo legal, eu terminei de ver com aquela sensação de que valeu a pena ter acompanhado até o fim.
A série é sobre um professor de química (Mr. White) que descobre que tem cancêr terminal, e para não deixar a família passando necessidade, usa seus conhecimentos de quimica junto a um ex aluno (Pinkman) para fazer drogas e ficar rico.
Claro que durante os episódios nada é tão simples assim, e ele só se ferra.
No último episódio, o Pinkman percebe que a vida desgarrada que ele tem não vai levá-lo a lugar nenhum, e ele usa o dinheiro que ganhou com a venda das drogas para fazer faculdade de química, seguindo então os passos do Mr. White.
Mr. White consegue finalmente se aposentar e deixar um bom pé de meia para a família. A Skyler aceita ele de volta, e ele pode viver o resto de vida que lhe sobra criando os filhos tranquilamente. Fim.
1- foi um sonho, então não tem nada a ver com a série de verdade... alias, Breaking Bad não acabou e foi até renovada para mais temporadas.
2- quem nunca assistiu e quer assistir, ou está assistindo mas ainda não está "em dia" com a série, melhor não ler o sonho a seguir pq vai ter spoiler.
[SPOILER ALERT]
Ok, agora vcs leem por sua conta e risco.
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Era o final da série Breaking Bad.
Foi um final muito inusitado e ao mesmo tempo legal, eu terminei de ver com aquela sensação de que valeu a pena ter acompanhado até o fim.
A série é sobre um professor de química (Mr. White) que descobre que tem cancêr terminal, e para não deixar a família passando necessidade, usa seus conhecimentos de quimica junto a um ex aluno (Pinkman) para fazer drogas e ficar rico.
Claro que durante os episódios nada é tão simples assim, e ele só se ferra.
No último episódio, o Pinkman percebe que a vida desgarrada que ele tem não vai levá-lo a lugar nenhum, e ele usa o dinheiro que ganhou com a venda das drogas para fazer faculdade de química, seguindo então os passos do Mr. White.
Mr. White consegue finalmente se aposentar e deixar um bom pé de meia para a família. A Skyler aceita ele de volta, e ele pode viver o resto de vida que lhe sobra criando os filhos tranquilamente. Fim.
Escassez de sonhos
Estou passando por um período de escassez de sonhos.
Não sei porque, andei meio triste por causa da morte do coelho, também estou um pouco desgostosa de algumas coisas da vida... Já estou aqui onde trabalho há 2 anos e meio e a rotina começa a se instalar, parece que a morosidade daqui acaba pegando a minha vida e me deixando igual.
Eu me sinto muito cansada, quando deito durmo instantaneamente. Mal tenho tempo de sonhar direito, nem mesmo sonhar acordada. Estou usando meu tempo de folga para ler, até que estou lendo bastante, mas não tenho mais tempo para divagar, pensar, sonhar. Parece que o mundo é grande demais, e eu tenho que fazer mil coisas pra alcança-lo... e ao mesmo tempo, fico cansada demais pra fazer qualquer coisa.
As fadas, criaturas essencialmente do mundo dos sonhos, quando envelhecem correm o risco de cair na banalidade para sempre, e elas esquecem que são fadas. Acho que se eu fosse fada teria esse problema.
Não sei porque, andei meio triste por causa da morte do coelho, também estou um pouco desgostosa de algumas coisas da vida... Já estou aqui onde trabalho há 2 anos e meio e a rotina começa a se instalar, parece que a morosidade daqui acaba pegando a minha vida e me deixando igual.
Eu me sinto muito cansada, quando deito durmo instantaneamente. Mal tenho tempo de sonhar direito, nem mesmo sonhar acordada. Estou usando meu tempo de folga para ler, até que estou lendo bastante, mas não tenho mais tempo para divagar, pensar, sonhar. Parece que o mundo é grande demais, e eu tenho que fazer mil coisas pra alcança-lo... e ao mesmo tempo, fico cansada demais pra fazer qualquer coisa.
As fadas, criaturas essencialmente do mundo dos sonhos, quando envelhecem correm o risco de cair na banalidade para sempre, e elas esquecem que são fadas. Acho que se eu fosse fada teria esse problema.
Clone
Eu estava conversando com o Reinaldo, mas não era exatamente ele, era uma pessoa quase igual, um clone, ou uma sósia.
Eu subi num murinho para ficarmos da mesma altura, foi aí que percebi que não era o Rê.
Disse pra ele que não queria uma cópia, queria o original, e ele ficava tentando me convencer que pra mim ia dar no mesmo.
Então eu disse: talvez você até sinta por mim o mesmo que ele, mas eu nunca vou sentir por você o mesmo que sinto por ele, então é muito injusto o que você está tentando fazer com você mesmo. Eu nunca largaria ele pra ficar com você ou com ninguém.
Então cada um de nós foi para um lado. Fim.
Eu subi num murinho para ficarmos da mesma altura, foi aí que percebi que não era o Rê.
Disse pra ele que não queria uma cópia, queria o original, e ele ficava tentando me convencer que pra mim ia dar no mesmo.
Então eu disse: talvez você até sinta por mim o mesmo que ele, mas eu nunca vou sentir por você o mesmo que sinto por ele, então é muito injusto o que você está tentando fazer com você mesmo. Eu nunca largaria ele pra ficar com você ou com ninguém.
Então cada um de nós foi para um lado. Fim.
Padaria
Eu estava numa padaria com meu amigo Arthur.
Pegávamos diversas coisas, como pães e baguetes recheadas, doces e alguns bolos.
Quando íamos pagar, queriam cobrar um valor maior do que estava no preço dos produtos.
Reclamamos, e a atendende disse que o preço escrito era na verdade "uma idéia de preço" e não o preço real.
O Arthur disse para irmos embora sem comprar nada, mas eu fiquei tão revoltada que fiquei gritando que ia processá-los, pois o código do consumidor dizia que eles tinham que cobrar o valor mais baixo sempre. Fim.
Pegávamos diversas coisas, como pães e baguetes recheadas, doces e alguns bolos.
Quando íamos pagar, queriam cobrar um valor maior do que estava no preço dos produtos.
Reclamamos, e a atendende disse que o preço escrito era na verdade "uma idéia de preço" e não o preço real.
O Arthur disse para irmos embora sem comprar nada, mas eu fiquei tão revoltada que fiquei gritando que ia processá-los, pois o código do consumidor dizia que eles tinham que cobrar o valor mais baixo sempre. Fim.
